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Entrevista
Publicada em 30/04/2014.

Conheça um pouco mais do atleta Mateus Härtge Müller

Aproveitamos o período de folga do ex-atleta do Projeto Ijuí Pró-Vôlei e atualmente jogador do Minas Tênis Clube de Belo Horizonte, Mateus Härtge Muller, para conhecer um pouco mais sobre o jovem promissor.

 

Mateus esteve em Ijuí para rever familiares e amigos e retornou para os treinamentos na capital mineira, logo após o feriado de Páscoa. Dia 15, o atleta visitou seu ex-treinador, Alex Stragliotto, atletas das categorias de base, e conversou com a assessoria de imprensa do projeto sobre o atual momento que vive no clube mineiro e respondeu a um bate-bola de perguntas e respostas:

 

Nome Completo: Mateus Härtge Müller

Data de Nascimento: 15/04/1998

Cidade onde nasceu: Ijuí

Altura: 2,01m

Prato preferido: Churrasco

Lazer: Jogar voleibol com os amigos

Esporte: Voleibol

Pai e mãe:Paulo Muller e Ivone Leonora Harthe Muller

Peso: 81 kg

Time que torce: Internacional

 

Quem te incentivou a participar do projeto Ijuí Pró-Vôlei?

Minha mãe e amigos sempre me incentivaram muito.

 

Já sabia jogar antes de iniciar no projeto? Onde e como começou a jogar?

Não sabia jogar, iniciei no núcleo do ginasião jogando apenas por diversão, pois tive amigos de escola que me chamaram para ir com eles, e gostei. 

 

Qual a importância que o projeto Ijuí Pró-Vôlei tem pra você?

Foi muito importante, foi ali que aprendi a jogar o voleibol, principalmente quando treinava com o Alex. Como ele tem muita experiência, me ensinou bastante. Não sei onde estaria se não tivesse o Ijuí Pró-Vôlei.

 

Quando iniciou pensava em se tornar atleta?

Depois que comecei a melhorar tecnicamente e jogar campeonatos importantes, me destacar, vi que se me esforçasse muito nos treinamentos, e nos jogos, consequentemente poderia ser um atleta de alto nível, como estou em busca agora.

 

Você acha que a oportunidade que teve em Ijuí, te abriu as portas para outros clubes?

Com certeza, meu treinador sempre acreditou em mim, e me pôs jogar bastante, mesmo em categorias acima, e evolui bastante com isso, abrindo portas para outros clubes.

 

Já sente saudades de Ijuí, da família e da sua vida na terra natal? Como está sendo sua adaptação em Minas Gerais?

Sinto muitas saudades de minha família, minha namorada, meus amigos, de morar em uma cidade menor, mas estou me adaptando bem, já tinha amigos em Belo Horizonte então é mais fácil e a estrutura é muito boa. 

 

É um garoto muito novo ainda, está disposto para superar todos os obstáculos e enfrentar os desafios que surgirem?

Estou. Acredito em mim mesmo, sei que posso me tornar um atleta profissional de qualidade, então não vai ser por saudades ou alguma outra coisa que irei desistir.

 

Como é seu dia a dia em Belo Horizonte?

Minha rotina é cheia de compromissos. Estudo durante a manhã e a tarde tenho treinamentos, todos os dias da semana, com bola e musculação.

 

Qual sua idade e a categoria em que joga? Atua em qual posição?

Tenho 15 anos e jogo e treino nas equipes infantil e infanto-juvenil, como ponteiro passador.

 

Acompanha os jogos da equipe profissional do Vivo/Minas? Qual é a sensação de estar perto dos profissionais?

Jogar no Minas me permite assistir a vários jogos e treinamentos dos atletas adultos.

 

Qual é o teu sonho, te imagina vestindo a camisa da equipe principal?

Claro, representar um time grande desse deve ser sensacional.

 

Quem são seus ídolos no vôlei? 

Sempre gostei de ver Giba e Dante jogando, tanto pela seleção ou em seus clubes.

 

Por sua idade, tem um longo caminho pela frente.  O que tem que fazer pra realizar teu sonho?

Dedicação e muito esforço, tentar sempre estar entre os melhores, me destacando e sempre me aprimorando.

 

O que representaram as convocações para as seleções brasileiras infantil e infanto?

Bastante experiência. Em cada convocação aprendi coisas novas, e que serão de grande importância para minha evolução.

 

Seu ex-treinador, o Alex, teve passagens por todas as seleções brasileiras de base e também adulta, e diz que “a oportunidade da convocação para uma seleção brasileira é extremamente importante para o início ou para o fim de uma carreira promissora”. O que pensa a respeito?

Além de ir para a seleção, ganhar muita experiência, aprender muito ela também é uma vitrine para times do Brasil e no exterior.

 

Mateus, você se considera um garoto com sorte? Acredita que foi a sorte que abriu as portas de sua carreira? Quais são os principais atributos para que um atleta obtenha sucesso?

Talvez um pouco, mas sempre tentei ser o mais dedicado possível, não faltar treinos, se estava machucado ia igual ajudar, mesmo chovendo e morando longe dava um jeito de ir.  

 

Assim como no seu caso, acha que podem surgir outros (as) jovens talentosos (as) no projeto Ijuí Pró-Vôlei?

Sim, eu acho. É claro que algumas características são necessárias para se adequar melhor no voleibol, mas se treinarem com gana, é só uma questão de correrem atrás de seus sonhos.

 

Qual o recado que você deixa para quem participa ou esta pensando em iniciar no projeto?

O Ijuí Pró-Vôlei é um projeto ótimo, tanto para quem pretende começar a fazer um esporte ou até mesmo quem já pensa mais alto e quer tentar seguir carreira. No entanto, deve ter muita dedicação e empenho nos treinamentos.

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